China começa bem na luta pela supremacia no tiro na Olimpíada

Foi na modalidade que o país conquistou a primeira medalha de ouro nos Jogos

AE, Agência Estado

28 de julho de 2012 | 13h25

LONDRES - Nos Jogos Olímpicos de Pequim, a China conseguiu uma marca histórica ao conquistar 51 medalhas de ouro - 15 a mais do que os Estados Unidos, os maiores vencedores da história da Olimpíada. O tiro esportivo foi um dos responsáveis pela grande vantagem chinesa. Das 15 medalhas de ouro disputadas em 2008, os donos da casa ganharam cinco, deixando os norte-americanos para trás, junto com Ucrânia e República Checa, todos com duas de ouro cada.

No primeiro dia dos Jogos Olímpicos de Londres, a China mostrou novamente sua força no tiro esportivo ao conseguir a primeira medalha de ouro da competição, na prova de carabina de ar de 10 metros feminina. Além do ouro, conquistado por Yi Siling (502.9 pontos), as chinesas levaram o bronze pelas mãos de Dan Yu, que marcou 501.5 pontos. A prata ficou com a polonesa Sylwia Bogacka (502.2 pontos).

O feito mostra que são grandes as possibilidades de a China se destacar novamente no tiro esportivo, já que não tinha subido ao pódio de Pequim na carabina de ar de 10 metros feminina. Na última competição de tiro esportivo deste sábado, porém, os chineses perderam a chance de medalha após o último campeão olímpico Pang Wei ficar apenas na quarta posição na final de pistola de ar de 10 metros.

O vencedor da prova foi o sul-coreano Jin Jongoh, que marcou 688.2 pontos, sendo o primeiro atleta a conquistar uma medalha para seu país nesta edição da Olimpíada. A prata ficou para o italiano Luca Tesconi, com um total de 685.8 pontos, seguido pelo sérvio Andrija Zlatic (685.2 pontos), ganhador do bronze.

Mesmo com a derrota de Pang Wei, a China mantém a esperança de superar o número da campanha de Pequim nas competições de tiro. Em Londres, ainda serão distribuídas mais 13 medalhas de ouro nesta modalidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.