Max Rossi/Reuters
Max Rossi/Reuters

China mostra que é uma potência no Mundial de Roma

No Mundial de Esportes Aquáticos, atletas do país foram nove vezes ao pódio - três destas no lugar mais alto

AE, Agencia Estado

19 de julho de 2009 | 19h49

A China já se tornou uma grande potência econômica. No esporte, mostrou sua pujança na última Olimpíada, em Pequim, no ano passado. Agora, em Roma, vem provando que tem competência para brilhar também longe de casa e da torcida. No Mundial de Esportes Aquáticos, o pódio está sendo dominado pelos asiáticos. A bandeira vermelha com estrelas amarelas já foi estendida nove vezes - três delas no lugar mais alto.

Os chineses participaram pela primeira vez de uma Olimpíada em 1984, em Los Angeles. Seis edições depois, confirmaram o favoritismo e acabaram com o domínio que era dos Estados Unidos. Em Pequim, conquistaram 51 ouros, 15 a mais do que a tradicional e sempre favorita potência norte-americana. No quadro geral de medalhas, ficaram com 100 - 10 a menos do que os rivais -, mas terminaram na primeira colocação porque o ouro tem o peso da decisão.

Já em Pequim os chineses mostraram que queriam dominar as piscinas. Foram, no total, 10 ouros dentro do conjunto aquático: um na natação, dois no trampolim e sete nos salto ornamentais.

Na competição de Roma, o país segue reinando na modalidade na qual se sobressaiu no ano passado. Neste domingo, Chen Ruolin e Xin Wang levaram o ouro na plataforma de 10m. Os chineses também viram a bandeira hasteada em outras provas. Na final do nado sincronizado, ocuparam o terceiro lugar do pódio. A primeira colocação ficou com a Rússia, que está em segundo lugar na competição, com dois ouros.

A soberania vermelha, no entanto, deve diminuir e ser ameaçada pelos Estados Unidos, a partir do próximo dia 26, quando terão início as provas de natação, em que os norte-americanos são amplamente superiores. O próximo Mundial será realizado em Xangai, na China, em 2011.

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