Chinesas

A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) anunciou ontem que vai premiar os atletas que conquistarem medalhas em Pequim. O bronze valerá R$ 20 mil, a prata, R$ 30 mil e o ouro, R$ 50 mil. "Espero ter um grande prejuízo com a equipe", brincou Paulo Wanderley, presidente da entidade. O País levará 13 judocas, sete homens e seis mulheres, aos Jogos. O grupo viaja hoje para o Japão, onde treinará, em Tóquio, até o dia 5 de agosto, dia da viagem para a China. As competições de judô começam dia 9 e os atletas são recomendados a, depois de competirem, voltarem imediatamente para casa, por causa de alto número de pessoas na Vila Olímpica. Os mexicanos também terão um valioso incentivo para Pequim. Mas para eles, apenas com o ouro. Uma empresa do país vai pagar um prêmio de US$ 230 mil para os atletas que subirem no alto do pódio. Terão de dividir o valor, que será pago em parcelas. Substituição na equipe de tênis da Argentina. Contundido, Juan Ignacio Chela dará sua vaga para Agustín Calleri, atual número 50 do ranking mundial. Chela, 62º na lista da ATP, está com hérnia inguinal e pubalgia. Wellison Silva será o representante do Brasil no levantamento de peso. Ele vai competir na categoria até 69 kg. Silva concorria com Bruno Brandão, da categoria até 105 kg, e foi o escolhido pelo técnico Edmílson Dantas. A atleta grega Katerina Thanou, que ficou marcada por um escândalo de doping em Atenas-2004, vai participar da Olimpíada. Ela foi convocada ontem para compor a equipe grega na Olimpíada, depois de correr os 100 metros em 11s39. Em 2004, Katerina fingiu ter sofrido um acidente para não fazer o exame antidoping.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.