Wagner do Carmo/Divulgação
Wagner do Carmo/Divulgação

Chinin acha que pode chegar a uma medalha em 2016 com pequena ajuda da sorte

Decatleta acredita que poderia ter obtido uma medalha de prata no Mundial de Moscou

Alessandro Lucchetti, O Estado de S. Paulo

30 de outubro de 2013 | 18h46

SÃO PAULO - Ninguém pode acusar Carlos Chinin por falta de persistência. O melhor decatleta do país já sofreu fratura no pé, quebrou o rádio, fraturou o nariz. As lesões o impediram de disputar o Mundial de Berlim e o Pan de 2011 e lhe tiraram a chance de batalhar por índice na Olimpíada de Londres. Até mesmo uma dor no glúteo já o acometeu, comprometendo a performance no Mundial de Osaka. No Mundial de Moscou, em agosto, uma dor no osso calcâneo prejudicou suas marcas. Mesmo assim, ele bateu quatro recordes pessoais e ficou em sexto lugar, o melhor resultado de um decatleta brasileiro na história.

“Por causa da dor, fiz a marca mínima no salto em altura. Se fizessa a marca que normalmente faço, faria 150 pontos a mais, o que me daria a medalha de prata”, diz o paulistano de 28 anos, que recebe orientação do treinador ucraniano Oleg Ruyev.

Se a sorte finalmente o ajudar, Chinin, um dos 19 praticantes de atletismo contemplados pelo programa Bolsa Pódio, acha que pode ir ao pódio nos Jogos de 2016.

Tudo o que sabemos sobre:
atletismoRio 2016

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.