Cientistas já previam inovações

PARA LEMBRAR

, O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2010 | 00h00

Em 1997, quando a Fifa já ensaiava uma escassa permissão para o uso da tecnologia (como o ponto eletrônico do árbitro), o Estado ouviu engenheiros e especialistas em inteligência artificial para listar as possibilidades de aprimoramento do esporte.

Como na época o chip ainda não era tão comum, pensou-se em instalar códigos de barras na bola, que seriam identificados por sensores instalados nas traves e ajudariam a decidir se a bola teria ultrapassado a linha do gol.

Outra ideia seria instalar uma câmera que lê infravermelho no ponto mais alto do estádio. Como identificaria o perfil calorífico de coisas e pessoas, o aparelho ajudaria na marcação de impedimento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.