Tony Heff/WSL
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Circuito Mundial de Surfe faz acordo para definir seletiva para Tóquio-2020

Modalidade irá estrear em Jogos Olímpicos na próxima edição com 18 das 40 vagas oriundas da competição

Estadão Conteúdo

21 Dezembro 2017 | 16h10

A liga que organiza o Circuito Mundial de Surfe chegou a um acordo com a Associação Internacional de Surfe (ISA, na sigla em inglês) para definir como será a classificação de surfistas profissionais para a disputa dos Jogos de Tóquio-2020 - será a primeira Olimpíada com a participação da modalidade.

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Pelo acordo, 18 das 40 vagas nos Jogos Olímpicos serão reservadas para os surfistas profissionais que disputam o Circuito Mundial. Dez destas 18 vagas serão para os homens, e oito para as mulheres. As demais 22 serão definidas no ISA World Surfing Games, de 2019 e 2020, e nos Jogos Pan-Americanos de 2019 em Lima, no Peru. Além disso, o Japão terá direito a uma vaga na disputa masculina e a outra, na feminina.

O acordo entre a liga (WSL) e a ISA prevê ainda que os surfistas interessados em competir em Tóquio-2020 se coloquem à disposição para eventuais duelos internos contra seus compatriotas. Pelas definições do acerto, todos os surfistas precisam obter a classificação junto às federações nacionais dos seus países.

Todos estes procedimentos ainda terão que ser aprovados pela diretoria executiva do Comitê Olímpico Internacional (COI), em reunião agendada para fevereiro do próximo ano.

"Foi ótimo que a ISA e a WSL, em reuniões com os próprios atletas, puderam chegar a um acordo sobre o processo de qualificação para 2020. Estamos ansiosos para sempre melhorar essa parceria, à medida que nos aproximamos desta fantástica oportunidade do surfe fazer parte dos Jogos Olímpicos", disse Sophie Goldschmidt, CEO da WSL.

"Este acordo não só sublinha nosso compromisso de ter os melhores surfistas do mundo que competirão pela medalha de ouro na estreia do surfe em Tóquio, mas também para garantir que as competições reflitam o acesso aberto para todos e a universalidade do nosso esporte ao redor do planeta, nos cinco continentes", comentou o presidente da ISA, Fernando Aguerre.

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