Emilio Andreoli/AP
Emilio Andreoli/AP

Clássico na Copa dos Campeões entre Barcelona e Milan faz a Europa parar

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MILÃO , O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2013 | 02h04

MILÃO - Daria para produzir um calhamaço sobre a importância do clássico de hoje entre Milan e Barcelona no Estádio San Siro, o jogo de mais glamour das oitavas de final da Copa dos Campeões.

O capítulo inicial abordaria a história. São 11 títulos da Copa dos Campeões em campo - sete italianos e quatro espanhóis. "O Milan tem de ser respeitado pelo seu histórico, independentemente da fase que está atravessando", diz o lateral do Barça Daniel Alves, que disputa sua sexta edição do torneio europeu.

Também seria importante abordar o que aconteceu com essa tradição nos dias de hoje. Além de ter eliminado o Milan nas quartas de final da temporada passada, o Barcelona escreve novos tópicos de sucesso a cada jogo: tem 12 pontos de vantagem para o Atlético de Madrid no Campeonato Espanhol e está com as duas mãos na taça.

Embora tenha se recuperado de um início tortuoso - chegou a ser o 15.º colocado no Italiano após oito rodadas -, o Milan ainda tem chão até encostar na líder Juventus. São 11 pontos de desvantagem. Além disso, a equipe não conseguiu se recuperar das saídas dos pilares Ibrahimovic e Thiago Silva. Por isso, o técnico Massimiliano Allegri sabe o que o espera.

"Mesmo diante de grandes equipes, o Barcelona domina a posse de bola com uma média de 65%. Temos de aproveitar nossas chances porque eles podem ceder em termos defensivos."

O epílogo do calhamaço trataria dos craques, principalmente Messi, melhor que no ano anterior. "Não há como pará-lo. Temos de diminuir os espaços e impedir que domine a bola", receita o meia Riccardo Montolivo.

No Milan, El Shaarawy carregará a responsabilidade de ser o principal atacante - Mario Balotelli não poderá atuar porque disputou a primeira fase pelo Manchester City e Robinho está machucado. No Barcelona, não jogam Adriano e David Villa, contundidos. Apesar desses problemas, o Milan tem o fator casa. "Sempre dá medo jogar no San Siro", admite o assistente Jordi Roura, que vai comandar o time já que Tito Vilanova continua em tratamento de um câncer na laringe.

Na Turquia, o atacante Didier Drogba - grande responsável pelo título do Chelsea na temporada passada - é o trunfo do Galatasaray no jogo de ida contra o desfalcado Schalke 04.

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