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COB projeta Brasil entre os dez primeiros em 2016

O País terminou na 22ª colocação no quadro de medalhas com três ouros

AE, Agência Estado

12 de agosto de 2012 | 16h50

Com o fim da Olimpíada de Londres neste domingo, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) já começa a projetar a participação do País nos Jogos de 2016, que serão disputados no Rio de Janeiro. Depois da 22.ª posição no quadro de medalhas na capital inglesa, com três medalhas de ouro e 17 no total, a meta é evoluir consideravelmente e terminar entre os dez primeiros colocados daqui a quatro anos.

"Temos o desafio de colocar o Brasil entre os ''top ten'' e já estamos trabalhando para isso. O COB tem detalhado um planejamento para cada modalidade, de acordo com o nível que cada uma se encontra e onde pode chegar. Em conjunto com as Confederações Brasileiras Olímpicas e com o apoio do Ministério do Esporte, do Governo Federal, dos estados, das prefeituras e dos patrocinadores, vamos aperfeiçoar a estrutura de treinamento e oferecer todas as condições para que nossos atletas tenham excelente participação diante da torcida brasileira em 2016", declarou o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman.

Se pegarmos os Jogos de Londres como parâmetro, o Brasil precisará melhorar muito para alcançar esta meta. Na décima colocação da Olimpíada deste ano ficou a Austrália, com sete medalhas de ouro e 35 no total. A melhor campanha brasileira na história aconteceu em 2004, em Atenas, quando o País conquistou cinco ouros e terminou na 16.ª posição do quadro de medalhas.

Mesmo sem conseguir superar sua melhor colocação em uma Olimpíada, a participação brasileira em Londres foi considerada um sucesso por Nuzman. Ele exaltou o fato de o País ter quebrado seu recorde próprio de medalhas, subindo ao pódio 17 vezes. Foram três de ouro, cinco de prata e nove de bronze, desempenho superior ao obtido em Atlanta, em 1996, e em Pequim, há quatro anos. Em ambas as oportunidades, o Brasil havia conseguido 15 medalhas.

"O COB veio para Londres com uma expectativa realista, que era conquistar um número de medalhas próximo ao que foi obtido em Pequim. O resultado final foi dentro do esperado e está de acordo com o planejamento do COB para os Jogos Olímpicos Rio 2016", declarou o presidente do COB.

De acordo com Nuzman, o resultado foi fruto da preparação feita pela delegação brasileira, classificada por ele como "a melhor da história". O dirigente ainda aproveitou para agradecer atletas, confederações e comissões técnicas, além de exaltar o empenho de todos.

"Para Londres realizamos a melhor preparação da história, com uma oferta de serviços igual à das grandes potências, tais como o Crystal Palace, ciências do esporte, telemedicina, aclimatação do judô e do boxe em Sheffield, aclimatação da ginástica masculina em Ghent e da feminina em Ipswich, hotéis de apoio, quadra exclusiva para o voleibol, etc. Agradecemos aos atletas, aos técnicos, aos integrantes das comissões técnicas e às Confederações Brasileiras Olímpicas. O COB reconhece o trabalho e o empenho de cada integrante do Time Brasil em Londres", afirmou.

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