COI anuncia criação de fundo de R$ 660 mil para ajudar atletas ucranianos

Entidade garante estar preocupada com crise política no país e promete auxílio a esportistas

O Estado de S. Paulo

14 de maio de 2014 | 08h17

LAUSANNE - O Comitê Olímpico Internacional (COI) garantiu nesta quarta-feira que criou um fundo de aproximadamente R$ 660 mil para ajudar atletas ucranianos, que vivem em seu país o clima de instabilidade política depois do presidente Viktor Yanukovich ser afastado do cargo em fevereiro. O presidente da entidade, Thomas Bach, disse acompanhar a situação com grande atenção e crescente preocupação.

"Eu repito o apelo feito em Sochi (durante os Jogos de Inverno deste ano) para todos os líderes políticos envolvidos para que entrem em diálogo pelo espírito olímpico de respeito mútuo e paz", afirmou o dirigente. "O fundo que criamos é para ser usado em benefício dos atletas ucranianos, pelo comitê nacional do país, com os objetivos de auxiliar em treinos e competições", explicou.

Bach lamentou que desde os Jogos de Sochi, na Rússia, a situação política da Ucrânia piorou e, por isso, o COI analisou que a criação de um fundo era uma atitude emergencial para ajudar atletas locais a minimizar os problemas. Na última edição da Olimpíada de Inverno os ucranianos ficaram no 20º lugar no quadro de medalhas, com um ouro e um bronze conquistados.

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