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COI pressiona governo por Autoridade Olímpica

Presidente quer a criação do órgão que coordenará atividades de preparação, obras e financiamento

JAMIL CHADE - Correspondente, O Estado de S.Paulo

14 de janeiro de 2011 | 00h00

ZURIQUE - Depois da Fifa, agora é a vez de o Comitê Olímpico Internacional pôr o governo brasileiro na parede. A entidade pressiona o Brasil para que acelere a organização da Olimpíada de 2016 e estabeleça de uma vez a Autoridade Pública Olímpica (APO), que coordenará atividades de preparação, obras e financiamento.

Ontem, o presidente do COI, Jacques Rogge, admitiu que fez o pedido para que o órgão fosse criado rapidamente quando se reuniu, há pouco mais de uma semana, com a presidente Dilma Rousseff, com o governador do Rio, Sérgio Cabral, e com o prefeito Eduardo Paes.

"Encontrei-me com as autoridades brasileiras e pedi que acelerassem o que ainda não foi posto em prática, e nós compreendemos porque ainda não tenham sido", afirmou Rogge, em coletiva de imprensa em Lausanne. "Mas pedimos mesmo assim que acelerassem."

Rogge elogiou a unidade entre os três níveis de governo, mas alertou que o argumento das eleições no Brasil em 2010 já não existe mais.

Em entrevista ao Estado no fim de dezembro, o ministro Orlando Silva afirmou que a APO deve sair no início deste ano. "A APO precisa da aprovação dos três níveis de governo. No plano federal, vai se concretizar. O Estado do Rio já a aprovou. E o prefeito Eduardo Paes me garantiu que vai trabalhar pela votação na Câmara antes do carnaval."

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