Alex Silva/AE
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Com calendário apertado, seleção brasileira trabalha para corrigir erros

Técnico Morten Soubak quer acertar detalhes antes das oitavas do Mundial de handebol

Nathalia Garcia, estadão.com.br

09 de dezembro de 2011 | 14h25

SÃO PAULO - A classificação da seleção brasileira para as oitavas de final no Mundial feminino de handebol já está garantida. E pela primeira vez na história ela é obtida com um primeiro lugar no grupo. O objetivo agora é encontrar regularidade e diminuir os erros para conseguir um resultado jamais alcançado na competição. Até hoje, a melhor campanha foi um sétimo lugar, em 2005.

Apesar de a equipe estar invicta e ter batido as tradicionais França (vice-campeã mundial) e Romênia (terceiro colocado do Europeu) na primeira fase, o técnico dinamarquês Morten Soubak sabe que ainda tem ajustes a fazer. Mas, com a agenda apertada, ele reconhece que não poderá promover grandes mudanças para a reta final do campeonato.

"Vamos pegar os pequenos detalhes, que podem ser ajustado para o dia seguinte. São questões táticas. Não vamos atacar ou defender muito melhor ou pior em um dia, não vamos nem ficar mais fortes e nem mais fracos de uma noite para a outra", disse Soubak.

As jogadoras concordam com o treinador de que é preciso evoluir em alguns aspectos para o time se manter 100% no torneio. "Sempre temos problemas, nunca está perfeito. Ainda cometemos falhas contra a Romênia e precisamos melhorar para os próximos jogos. No Mundial, não tem time fácil", disse a meia Eduarda Amorim, a Duda.

O Brasil fecha sua participação no Grupo C contra a Tunísia nesta sexta-feira, às 19h45, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A partida das oitavas de final será na próxima segunda, ainda sem rival definido. A Costa do Marfim é a provável adversária das donas da casa.

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