Com estádio cheio, handebol feminino enfrenta equipe cubana

Seleção brasileira chega com moral ao jogo, após a goleira Chana ser eleita a oitava melhor do mundo

Erica Akie, do Jornal da Tarde ,

17 de julho de 2007 | 16h06

Apesar de os ingressos esgotados para assistir ao jodo da seleção feminina de handebol contra as cubanas, o Pavilhão 3B do Riocentro não estava lotado pouco antes do início da partida. O Brasil entra em quadra para confirmar o primeiro lugar no Grupo B. Se vencer, a seleção enfrenta o segundo colocado do Grupo A nas semifinais da modalidade, nesta quinta-feira, às 22 horas.   Veja também:    Confira o quadro de medalhas do Pan 2007    Conheça os detalhes das modalidades em disputa   A equipe chega com moral para o confronto contra as cubanas, já que a goleira Chana acaba de ser eleita pela Federação Internacional da modalidade como a oitava melhor do mundo em sua posição. A atleta, de 28 anos, jogava até ano passado no Leipzig, da Alemanha, onde conquistou o título da Champions League (a Liga Européia, a mais forte do mundo). Em 2008, ela vai defender o Randers, da Dinamarca.   Juan Coronado, o técnico do Brasil, estudou as cubanas antes do confronto. "Temos dois vídeos delas, já sabemos como vamos jogar, como vamos nos comportar. A equipe de Cuba não é só intensa na defesa; elas têm arremessos muito fortes, fazem boas combinações de jogadas e vão tentar jogar conosco na marcação de uma contra uma. Não podemos cair nessa", analisou.

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