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Com irmãos de etnia indígena, Brasil fatura medalhas nos Jogos Sul-Americanos

Equipe masculina fatura prata, enquanto a feminina conquista o ouro

Estadão Conteúdo

04 Junho 2018 | 05h50

A participação no tiro com arco foi o principal destaque do Brasil no domingo nos Jogos Sul-Americanos, que estão sendo realizados em Cochabamba, na Bolívia. Com a presença de atletas de uma etnia indígena, as equipes do País faturaram ouro e prata nos eventos feminino e masculino, respectivamente, por equipes.

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Naturais de Novo Airão, no Amazonas, Graziela e Gustavo Paulino dos Santos são irmãos da etnia indígena Karapãna e participam dos Jogos Sul-Americanos. No feminino, o Brasil foi campeão ao vencer a Colômbia na final por 5 a 3. Já na disputa masculina, os colombianos se deram melhor e ficaram com o ouro ao triunfarem por 6 a 2.

Além de Graziela, a equipe feminina brasileira foi formada por Ana Clara Machado e Ana Luiza Caetano. No masculino, a seleção foi composta por Gustavo, Edson Kim e Luigi da Cruz.

"Fiquei em primeiro lugar nas classificatórias ontem e hoje conquistamos o ouro por equipes. Estou muito feliz por levar essa medalha para o Brasil. Essa conquista vai levantar a minha carreira e dar confiança para as próximas competições internacionais", disse Graziela Paulino, a Yaci.

"A prata no torneio por equipes representa muito para mim e meus colegas de seleção. É muito satisfatório conquistar uma medalha logo em nossa primeira participação em nosso primeiros Jogos. Não é qualquer um que pode representar o Time Brasil representando o nosso país e isso me dá muito orgulho", afirmou Gustavo, que nesta segunda-feira vai participar das disputas individuais em Cochabamba.

O Brasil também foi ao pódio no domingo no tiro esportivo, com Roberto Schmits e Janice Teixeira, que faturaram o bronze na fossa olímpica. Com 34 pontos, Schmits ficou atrás do colombiano Danilo Guarnieri, com 48 pontos, e do peruano Alessandro Berisso, com 45, no evento masculino.

"Tive bastante dificuldade na saída do prato com essas condições climáticas. Tentei de tudo, mas fiquei em dificuldade a prova toda. Mas faz parte. Não dou desculpa por isso. Eu é que não consegui. Estou feliz. Sempre faço o meu melhor", disse o atleta gaúcho.

Na disputa feminina, Janice marcou 23 pontos, sendo superada pela chilena Pamela Bighikian, que marcou 38 pontos para conquistar o ouro, e pela boliviana Medeleine Zambrana, com 30.

Os resultados de domingo tiraram o Brasil da liderança do quadro geral de medalhas dos Jogos Sul-Americanos, agora ocupada pela Colômbia, com 50 ouros, 44 pratas e 41 bronzes. Já os brasileiros somam 48 ouros, 31 pratas e 32 bronzes.

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