Epitácio Pessoa/AE
Epitácio Pessoa/AE

Com poucas opções, Adilson já admite improvisar na zaga do São Paulo

Time do Morumbi tem apenas três zagueiros à disposição no elenco e fica vulnerável a eventuais desfalques

Bruno Deiro, O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2011 | 00h00

SÃO PAULO - O fracasso na tentativa de trazer Coates e Breno deixou o São Paulo vulnerável na defesa. Com várias opções para o meio-campo, o time de Adilson Batista tem só um reserva (Luiz Eduardo) para a zaga, formada pela dupla Xandão e Rhodolfo.

Bruno Uvini, que se juntou à seleção sub-20 para a disputa do Mundial, seria o outro suplente.

"Hoje, com três zagueiros, é pouco. Seria legal se tivéssemos mais opções", admite Xandão. "Até a volta do Bruno, temos de torcer para não termos jogadores suspensos ou machucados."

Com a chegada de Adilson Batista, a era das improvisações apenas mudará de setor. Sob o comando de Carpegiani, o São Paulo teve os volantes Casemiro e Carlinhos Paraíba na armação.

Tolói. A diretoria tricolor evita falar em nomes, mas admite buscar zagueiros no mercado nacional - neste caso, as principais alternativas viriam da Série B.

Sonho antigo dos dirigentes são-paulinos, Rafael Tolói, do Goiás, volta a ter chances de atuar no Morumbi. O jogador, de 20 anos, já foi sondado pelo clube há cerca de um mês.

Desde o início no ano, a única contratação do São Paulo para o setor foi Rhodolfo. Em contrapartida, saíram Renato Silva, Miranda e Alex Silva.

Rodrigo Souto, que com frequência atuava na zaga, é outro que deve deixar o clube. Nesta quinta-feira, o volante novamente foi dispensado do treino para definir seu futuro - o destino provável é o Jubilo Iwata, do Japão.

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