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Com três ouros, Stevenson virou mito cubano no boxe

Muitos ídolos surgiram por intermédio de nocautes, ippons e touchés. Mas o maior deles foi o boxeador cubano Teófilo Stevenson, medalha de ouro nos Jogos do México (1975), de Porto Rico (1979) e Venezuela (1983). Com 1,93 metro, Stevenson tornou-se uma lenda. Foram 302 lutas e só 22 derrotas. Além do tricampeonato pan-americano, o mito ainda ganhou 3 ouros olímpicos. Tanto sucesso fez com que os empresários norte-americanos tentassem levá-lo para o profissionalismo. Stevenson chegou a recusar uma proposta de US$ 5 milhões para encarar Muhammad Ali. ?Nenhum dinheiro me faz deixar o povo cubano.?Seu legado foi seguido por Félix Savón. Com 1,98 metro, Savón também ganhou três ouros em Pan, além de seis mundiais e três títulos olímpicos, após 582 duelos e apenas 19 derrotas. O reinado cubano nos pesos pesados do boxe corre risco no Rio, pois Odlanier Solis, bicampeão olímpico desertou em dezembro. O Brasil sempre consegue bom destaque nas lutas. Das 765 medalhas conquistadas em 14 edições dos Jogos, 165 vieram do boxe, caratê, esgrima, judô, luta e tae kwon do. Os judocas já subiram no pódio em 85 oportunidades, ocupando a terceira colocação entre as modalidades. Só ficam atrás do atletismo (113) e natação (110).

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