Como funciona a classificação funcional do Atletismo na Paralimpíada

Como funciona a classificação funcional do Atletismo na Paralimpíada

Cada atleta recebe um número de dois dígitos: o primeiro indica a natureza do comprometimento do atleta, enquanto o segundo a quantidade de capacidade funcional que ele tem. Quanto menor o número, maior é o impacto do comprometimento físico do atleta sobre a sua capacidade para competir.

29 de agosto de 2012 | 02h30

 

A classe leva ainda uma letra antes do número que indica se o atleta compete em provas de campo (F - Field) ou pista (T - Track).

 

Classes 11 a 13 - são para atletas com deficiência visual.

 

Classe 20 - é para atletas com deficiência intelectual.

 

Classes 31 a 38 - são para atletas com paralisia cerebral, com aulas de 31 a 34, usando uma cadeira de rodas para competir.

 

Classes 40 a 46 - são para atletas com perda de membro ou deficiência de limbo.

 

Classes 51 a 58 - pilotos em cadeiras de rodas ou atletas de campo que jogam a partir de uma posição sentada.

 

Atletas com deficiência visual correm com o auxílio do atleta-guia (12 é opcional e 11 obrigatório), que disputa a prova ao seu lado ligado por uma cordinha. Ele tem a função de direcionar o competidor, mas não deve puxá-lo ou ser puxado, sob pena de desclassificação.

 

Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

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