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Largando depois contra os homens, Ana Marcela é 2ª no Brasileiro

Nadadora prova deficiência da maratona aquática masculina do País

Estadão Conteúdo

13 de setembro de 2015 | 15h08

Se Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto estão entre as melhores do mundo no feminino nas maratonas aquáticas, no masculino o Brasil não tem o mesmo status. E isso ficou provado na etapa de Brasília do Campeonato Brasileiro da modalidade, disputado no Lago Paranoá. Mesmo largando cinco minutos depois dos homens, Ana Marcela só não ficou com a vitória geral porque perdeu na batida de mão para Victor Colonese.

"Estou bem contente com meu desempenho. A largada não foi simultânea e ainda consegui nadar com o pelotão masculino forçando ainda mais o ritmo da prova. Foi a primeira competição que participei depois do Mundial, da conquista da vaga olímpica e das minhas férias", comentou Ana Marcela.

Na maratona aquática, o ritmo de prova é definido pelos primeiros colocados, que nadam sempre juntos. Na ausência dos melhores do País (Allan do Carmo, Diogo Villarinho, Samuel de Bona e Luis Rogério Arapiraca), a expectativa era de que Victor Colonese e Fernando Ponte brigassem sozinhos pela vitória no masculino. Sem concorrentes de peso, poderiam ditar um ritmo mais lento.

Ana Marcela largou depois, mas conseguiu chegar no pelotão masculino e se manteve ao lado de Colonese para completar junto com ele a prova, após 10 quilômetros e pouco mais de 2 horas nadando. Na ausência também de Poliana Okimoto, Betina Lorscheitter ficou em segundo no feminino.

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