Paulo Araújo
Paulo Araújo

Construído para a Olimpíada do Rio, Parque Radical é reaberto após nove meses

Complexo recebeu as provas de canoagem slalom, ciclismo BMX e mountain bike nos Jogos

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2017 | 18h57

Fechado desde o fim do ano passado, o Parque Radical, em Deodoro, utilizado na Olimpíada do ano passado, foi reaberto para uso da população e de atletas da canoagem slalom e BMX nesta quinta-feira. A Prefeitura do Rio anunciou que o local terá seu acesso liberado aos poucos. A intenção é que até o fim do ano ele passe a funcionar com frequência maior.

Prometido para ser uma área de lazer à população da região mais pobre da cidade, além de ser uma opção para treinamento para atletas de alto rendimento, o Parque Radical foi fechado em dezembro, durante a transição dos governos Eduardo Paes (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB). Mesmo assim, a manutenção do parque - que tem 500 mil metros quadrados de área e uma corredeira de 30 milhões de litros de água - consome R$ 750 mil todos os meses dos cofres municipais.

Agora, ao menos, foi reaberto ao público. "Começaremos abrindo aos domingos, depois vamos abrir aos sábados e ampliando durante os dias da semana. O custo é grande, mas o benefício é enorme", disse Crivella. "A região norte e esta fronteira com a zona oeste realmente precisam deste parque. Era uma prioridade nossa. Infelizmente, os recursos são escassos, mas foi feito com muita criatividade e inteligência para vencer a falta de meios."

Por ora, o Parque Radical vai funcionar somente aos domingos, das 9h as 16h, com capacidade para receber até três mil pessoas. Durante a semana, o local poderá ser usado para treinamento de atletas de BMX e de canoagem. No verão, a intenção é que abra de quarta a domingo.

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