Construtoras também assumem a administração

As três arenas da Copa das Confederações e da Copa do Mundo que já estão em operação - Mineirão, Fonte Nova e Castelão - não tiveram grandes problemas para definir seus administradores. A Arena Pernambuco também já tem a situação resolvida.

O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2013 | 02h06

O Mineirão está sendo gerenciado e operado pela Minas Arena, consórcio formado pelas construtoras Construcap, Egesa e Hap, responsáveis pela reforma do estádio. A concessão, por meio de PPP, vale por 27 anos.

A Fonte Nova será administrada, pelos próximos 35 anos, pela Fonte Nova Negócios e Participações (FNP), formada pela Odebrecht e a OAS, as construtoras da arena. Também serão responsáveis pela operação e manutenção. E já fizeram negócio significativo: por R$ 100 milhões pelo período de 10 anos venderam o naming rights para o Grupo Petrópolis, que "batizou'' o estádio de Itaipava Arena Fonte Nova.

O Castelão é operado pela Arena Castelão Operadora de Estádio S/A, do Grupo Galvão, uma construtora. Também reformou o estádio e terá sua administração até 2018.

A Arena Pernambuco, que está sendo erguida em São Lourenço da Mata, município a 19 km do Recife, também tem sua situação administrativa definida: o Consórcio Arena Pernambuco, formado por duas empresas da Odebrecht e que terá a concessão por 33 anos, contratou a norte-americana AEG para operar o estádio pelos próximos 30 anos. / A.L.

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