Copa do Mundo de rúgbi: rivalidade histórica e 'conto de fadas'

Inglaterra pode entrar para a história se vencer a África do Sul na final, mas sul-africanos são os favoritos

18 de outubro de 2007 | 12h34

Para muitos brasileiros, o rúgbi não passa de um esporte truculento, com lances estranhos e regras um tanto confusas, num ritmo frenético. Já para os países que sofreram ou ainda sofrem influência inglesa, o rúgbi é um esporte viril e emocionante. E, como ápice, a final da Copa do Mundo, que acontece neste sábado, em Paris, será entre a Inglaterra e uma de suas principais ex-colônias, a África do Sul.   A rivalidade entre as duas seleções sai do contexto esportivo e cai diretamente no político, o que deve render algumas brigas antes e depois do confronto e documentários da BBC a respeito. Deixando isto de lado, a Inglaterra pode ser a primeira bicampeã da Copa do Mundo de maneira consecutiva e, para dar mais dramaticidade à final, os sul-africanos são os amplos favoritos.   A África do Sul venceu a Inglaterra por 36 a 0 na primeira fase, mas tal cenário não deve se repetir, uma vez que o time inglês mostrou que adora realizar o impossível ao eliminar forças como Austrália e França.   Caso venha a vencer os sul-africanos, a Inglaterra será a primeira, na história do rúgbi, a conquistar a Copa do Mundo justamente sobre a seleção que a bateu na primeira fase.   "Houve uma grande reviravolta em nossa participação na Copa do Mundo, e a equipe não vai aceitar o segundo lugar. Em qualquer jogo que você venha a vestir a camisa da Inglaterra, você simplesmente se recusa a perder", disse o defensor do time inglês. Jason Robinson.

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