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Coreia do Sul rejeita transferir provas de Olimpíada

Governo coreano nega pedido de transferência dos Jogos Olímpicos para o Japão que visava reduzir custos na organização do evento

Estadão Conteúdo

09 de dezembro de 2014 | 12h33

O governo da Coreia do Sul rejeitou nesta terça-feira a proposta do Comitê Olímpico Internacional (COI) de transferir provas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, em 2018, para o Japão. A intenção da entidade era transferir o bobsled, o luge e o skeleton para reduzir os custos do comitê sul-coreano na organização da Olimpíada.

De acordo com a Coreia do Sul, a proposta não traria economia ao comitê nacional porque as obras para construção das estruturas que vão receber as duas modalidades já começaram. "Compartilhar a competição com outra cidade não é uma opção que estamos considerando. O povo da Coreia do Sul jamais aceitaria isso", disse Choi Moon-soon, governador da província de Gangwon, onde está localizada Pyeongchang.

Na avaliação do COI, a transferência das duas modalidades ajudaria a Coreia também depois dos Jogos. As estruturas construídas especialmente para estes esportes não teria utilidade ao fim da Olimpíada. Pelos cálculos da entidade, a Coreia do Sul economizaria US$ 120 milhões na construção e US$ 3,5 milhões por ano na manutenção destas estruturas.

O COI afirmou que dúzias de pistas de bobsled e luge ao redor do globo poderiam sediar estes eventos durante os Jogos de Inverno de 2018. Uma das opções é a cidade japonesa de Nagano, que recebeu a Olimpíada em 1998 e já conta com estas estruturas prontas para a disputa. A Coreia do Sul avalia que gastará US$ 10 bilhões na preparação de Pyeongchang para os Jogos.

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