Corinthians, de novo, surge como alternativa

Para acirrar ainda mais a rivalidade entre São Paulo e Corinthians, a alternativa para o veto ao Morumbi pode recair sobre o projeto do estádio corintiano. Em recentes reuniões no Parque São Jorge, a diretoria alvinegra expôs o cronograma de obras. A expectativa é de que a construção comece até a metade de 2011 e que no fim do ano, quando termina o mandato do presidente Andrés Sanchez, pelo menos 50% da edificação esteja pronta.

Wagner Vilaron, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2010 | 00h00

Caso o Comitê Organizador do Mundial opte mesmo pela arena do Corinthians um detalhe terá de ser revisto. De acordo com diretor ouvido pelo Estado, o estádio terá capacidade para 45 mil pessoas, insuficiente para receber a partida de abertura. Para adequá-lo, o local teria de receber pelo menos 65 mil.

A diretoria corintiana admite disponibilizar o novo estádio para a Copa do Mundo. Mas destaca: a Fifa, por meio do Comitê Organizador, precisaria bancar os custos dessa ampliação. "O Corinthians e seus parceiros nesse projeto não vão colocar um centavo a mais para atingir essa capacidade necessária para a abertura", explicou um dirigente.

Sanchez se esquiva de falar sobre o tema. Receoso de provocar expectativa que pode não ser atendida e passar por constrangimento idêntico ao de vários de seus antecessores, o presidente corintiano garante que só vai se pronunciar quando houver algo concreto. Ou seja, quando o contrato de construção estiver assinado. Enquanto isso, os responsáveis pelo projeto avaliam dois locais: uma área em Guarulhos e outra em Itaquera. A segunda é a favorita na disputa. /

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