Corinthians enfrenta mais um dia de protestos

No primeiro treino do Corinthians após a eliminação da Copa Libertadores, os jogadores, o técnico Tite e a diretoria do clube enfrentaram mais protestos. Cerca de 20 torcedores foram nesta sexta-feira ao CT Joaquim Grava, no Parque Ecológico do Tietê, e mostraram indignação com a postura da equipe neste início de temporada. "Time de pipoqueiros", era o que mais se ouvia no local.

VITOR MARQUES, Agência Estado

04 de fevereiro de 2011 | 17h01

Para evitar problemas como os ocorridos na última quinta-feira - carros de membros da delegação corintiana foram quebrados no CT e houve pichação nas paredes da sede social do clube, no Parque São Jorge -, a segurança foi reforçada. O Corinthians pediu proteção policial e viaturas foram deslocadas para o CT. Além disso, seguranças particulares foram contratados.

CARROS PROTEGIDOS - A diretoria ofereceu aos jogadores a possibilidade de deixar os veículos no Parque São Jorge para que seguissem de ônibus com tranquilidade para o CT. Ronaldo abriu mão deste benefício, já que tem carro blindado, e seguiu direto para o treino. Quando chegou, ainda dentro do automóvel, foi cercado por um grupo de torcedores, mas passou pela "barreira" sem ter nenhum problema mais grave.

Nesta sexta, as torcidas uniformizadas do Corinthians não apareceram para protestar, mas já existe a expectativa de que aconteça uma grande manifestação neste sábado pela manhã no CT.

No domingo, o Corinthians tem clássico contra o Palmeiras no Pacaembu, às 17 horas, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. Em caso de resultado negativo, o cargo de Tite ficará ainda mais ameaçado.

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