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Ernesto Rodrigues/AE
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Corinthians, mordido, enfrenta a Lusa

Amistoso vencido pela equipe do Canindé, em janeiro, foi o único tropeço alvinegro no Pacaembu nos últimos meses; Tite espera por adversário ousado

PAULO GALDIERI, O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2012 | 03h04

Juntando a reta final do Campeonato Brasileiro de 2011, os amistosos de pré-temporada e os duelos oficiais neste início de ano, poucas equipes foram capazes de bater o Corinthians, o que dirá dentro do Pacaembu. Pois a Portuguesa, rival de hoje à noite pelo Paulista, conseguiu ambos os feitos, e não faz muito tempo. O 1 a 0 no amistoso de pré-temporada, em janeiro, foi o único revés corintiano até agora neste início de 2012.

E, embora não coloque a invencibilidade como uma das metas principais da equipe, o grupo do Corinthians tem se mostrado orgulhoso em ostentar desempenho que lhe dá o direito de ser classificado como um time difícil de ser batido, sobretudo no Pacaembu.

Esta é a motivação que Tite usa contra a Portuguesa. Para o técnico, pouca coisa do amistoso de um mês atrás pode servir de lição para esta partida. Mas manter a equipe com um zero na coluna das derrotas é uma motivação que o treinador tenta passar para seus atletas.

"É como um desafio de desempenho e resultado. É desafiador a cada jogo manter desempenho e manter bom resultado. Nos últimos seis meses me parece que são duas ou três derrotas. E já temos oito, nove partidas sem perder neste ano. Isso é significativo sim", diz Tite.

Mas uma vitória contra a Portuguesa não está nos planos do treinador simplesmente por uma questão de orgulho. Na prática, derrotar um adversário que tem potencial para bater os seus rivais mais fortes, e ainda por cima em uma partida em que aparece como visitante, significa ficar mais perto da meta preestabelecida por Tite para o Corinthians no Paulista.

"Nosso objetivo é nos manter entre os quatro primeiros, ou se possível em primeiro lugar. Isso dá vantagens no enfrentamento direto (na fase de mata-mata)."

 

MINHA CASA, SUA CASA

O fato de jogar no Pacaembu como visitante é encarado pelo treinador corintiano como uma espécie de treino para jogos do Brasileiro. Para ele, durante o Paulista as equipes menores não se dispõem a atacar o Corinthians no Pacaembu. Fato que, ele espera, a Portuguesa não repita.

Tite avalia que a Lusa, por ser a mandante, agirá da mesma forma que uma grande equipe de outro Estado agiria ao visitar o Corinthians. "Fora de casa se propõe mais jogo e tem mais espaço. No Pacaembu as equipes se retraem mais. Não acho que a Portuguesa será assim, mas isso é diferente de jogar contra Grêmio, Botafogo, porque eles vêm e agridem também. Nesse aspecto acho que será positivo para nós neste jogo."

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