Costa do Marfim continua sem técnico e Coreia do Norte não tem dinheiro

Costa do Marfim continua sem técnico e Coreia do Norte não tem dinheiro

Problema é o que não falta para dois dos rivais do Brasil no Grupo F. A Costa do Marfim não consegue definir um treinador. Negocia com quatro estrangeiros - Bernd Schuster, ex-Real Madrid e favorito, Mark Hughes, demitido há pouco pelo Manchester City, o francês Phillipe Thoussier e o sueco Sven-Goran Eriksson.

, O Estadao de S.Paulo

27 de março de 2010 | 00h00

A novela se arrasta há mais de um mês, a fase final de preparação está comprometida e dirigentes e jogadores já começam a achar que, desse jeito, será difícil passar da primeira fase.

O drama da Coreia do Norte é a pindaíba por que a confederação diz passar. O período de preparação pré-Copa na Suazilândia foi cancelado e um amistoso com a Nigéria corre risco.

O estranho da história é que a Fifa adiantou US$ 1 milhão para todas as 32 seleções, justamente para arcar com parte das despesas de preparação.

França já tem um título: a da maior diária

A França será a seleção que mais vai gastar para deixar seus jogadores confortáveis na Copa do Mundo: vai pagar diária de 589 (R$ 1.437) por jogador em um hotel nas redondezas da Cidade do Cabo. O Japão gastará 319 (R$ 778) por atleta e a Alemanha, 270 (R$ 659). A defensora do título, a Itália, desembolsará 253 (R$ 617). A questão que todos colocarão no final do Mundial é se esse investimento compensou.

Artilheiro sem taça

É corriqueiro o goleador de uma Copa não conseguir comemorar o título. Isso aconteceu com Ademir de Menezes em 1950. "Queixada"", apelido que ganhou por causa do formato do queixo, era um jogador e tanto, de acordo com todos que o viram em campo. No Mundial disputado no Brasil, fez nove gols em seis jogos. Passou em branco duas vezes, uma delas justamente na inesquecível, e trágica para os brasileiros, final vencida pelo Uruguai por 2 a 1.

Cabañas vira dor de cabeça para treinador

O técnico do Paraguai, o argentino Gerardo Martino, ganhou um problema inesperado: Cabañas. O jogador já bate bola e diz querer ir à Copa. E tem todo o povo paraguaio ao seu lado. Martino entende ser temeridade convocar alguém que ainda se recupera de um tiro na cabeça. Mas está sendo pressionado.

Brasil e África do Sul vencem na ONU

Brasil e África do Sul comemoram. Os dois governos conseguiram ontem aprovar na ONU resolução apelando para que atos de racismo no futebol sejam banidos e que códigos de conduta sejam estabelecidos por federações para punir quem cometer abusos. A resolução foi aprovada por consenso, uma boa mostra de prestígio.

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