Cruzeiro tenta igualar o São Paulo

Se passar pelo Estudiantes, hoje, em BH, time mineiro será o segundo brasileiro a conquistar o tri sul-americano

Eduardo Kattah, BELO HORIZONTE, O Estadao de S.Paulo

15 de julho de 2009 | 00h00

O Cruzeiro pode se igualar hoje ao São Paulo e se tornar o segundo clube brasileiro a levantar três vezes o troféu de campeão da Taça Libertadores. O time mineiro enfrenta o Estudian-tes, às 21h50, no Mineirão, pela partida de volta da decisão da competição continental. Como o primeiro duelo, em La Plata, terminou com um empate sem gols, quem vencer leva a taça. Acesse e acompanhe ao vivo a final da Copa Libertadores, às 21h50Mas, se depender do retrospecto em casa, a torcida celeste tem todos os motivos para confiar na conquista do tri. O time venceu os seis jogos disputados no Mineirão - marcou 13 gols e sofreu apenas dois. Na estreia da Libertadores, derrotou o próprio Estudiantes por 3 a 0. Os cruzeirenses apostam em nova batalha. Na partida de ida, Fábio foi o destaque, com grandes defesas. "A responsabilidade é nossa", comentou o volante Ramires, que, negociado com o Benfica, faz sua despedida. "Não vai ser um jogo fácil, como lá não foi. Mas vamos buscar a vitória o tempo todo."Enquanto Ramires se despede, outra estrela do grupo, Kléber, não admite deixar o clube, e fala até no Mundial. "Vamos em busca do título para ir a Dubai no fim do ano e conquistar o maior título da história do Cruzeiro." O atacante, que costuma ser o alvo predileto dos adversários, estreou com a camisa celeste justamente no primeiro jogo da Libertadores contra o Estudiantes. Ficou 13 minutos em campo, mas teve tempo de marcar dois gols e ser expulso. Kléber, contudo, ressalta as dificuldades enfrentadas no jogo de ida e espera por um adversário muito mais competitivo. "Foi difícil. O Estudiantes poderia ter feito uns cinco gols. Tiveram chances claras, mas o Fábio fez um excelente jogo." O técnico Adilson Batista - que pode se tornar o primeiro esportista do País a conquistar o título da competição como jogador (o ex-zagueiro era o capitão do Grêmio campeão em 1995) e como treinador - deve repetir a formação que iniciou a partida em La Plata. Autoridades mineiras se preocupam com a presença de 3 mil argentinos por causa do surto de gripe suína no país.

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