Curitiba deixa obras na Arena por conta do Atlético-PR

Curitiba vai investir cerca de R$ 4 bilhões para receber a Copa do Mundo de 2014, e comemora o fato de não precisar mexer em seus cofres na questão do estádio: as obras de adaptação da Arena da Baixada às exigências da Fifa ficarão a cargo do Atlético Paranaense, dono do estádio, já hoje considerado um dos mais modernos do País.

EVANDRO FADEL, Agencia Estado

31 de maio de 2009 | 16h16

Entre as principais necessidades estão a ampliação de cabines para a imprensa, um novo vestiário, que já está sendo construído sob a nova arquibancada, e a retirada de alguns obstáculos, como as colunas dos elevadores, que impedem a visão total do gramado.

Segundo o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Clever Almeida, a acessibilidade ao estádio é boa, apesar da necessidade de aprimorá-la. "Nos dias de jogos haverá uma operação especial, com bloqueio aos carros em um primeiro anel e a permissão somente de entrada de pessoas com ingressos em um segundo anel", disse.

De acordo com ele, no entorno da Arena já há mais vagas de estacionamento do que o exigido pela Fifa, mas o objetivo é priorizar o transporte público, além de meios alternativos: na praça Afonso Botelho, em frente ao estádio, deve ser construído também um bicicletário, além de espaços para os convidados da Fifa e para informações turísticas.

Serão estruturadas moduladas que, depois da Copa, se transformarão em quadras cobertas a serem instaladas em bairros. "Nada vai se perder", promete Almeida. Para os que não estiverem entre os 41 mil privilegiados que assistirão às partidas dentro da Arena, os organizadores pretendem montar estruturas com telões em alguns locais públicos, como o Parque Barigui, o velódromo e a Pedreira Paulo Leminski.

Tudo o que sabemos sobre:
Copa de 2014sedesCuritiba

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.