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Currículos continuam chegando a Grael

Desde o início do ano já haviam velejadores "garimpando" vagas no projeto do barco brasileiro - que ainda nem estava confirmado. E-mails falam de nomes de veleiros com toda intimidade, apresentam participações em regatas tradicionais. E assim foi ao longo do ano, com Alan Adler, coordenador do "Brasil 1", até agora com patrocinadores como Vivo, Motorola, Qualcomm e Apex, engordando sua lista de interessados em participar da campanha "em mar ou em terra", assim como Torben Grael, que dará a última palavra com relação a seus tripulantes.Bem adiantado estava "Fuzz" Foster. Em fevereiro - quando não havia nenhuma confirmação do barco brasileiro - dizia "Aloha!", como morador do Havaí, de saída de Miami para St. Maarten, no Caribe. Na última Volvo, Fuzz disse ter sido o "coordenador de velas" do veleiro "Illbruck", trabalhando com o design "Hooky (Robert Hook)", ajudado por "Rosco" (Ross Halcrow). Disse ter construído mais de 110 velas na campanha.Em maio, Andreas Hanakamp, da Áustria, já sabia da intenção dos brasileiros quanto à regata de volta ao mundo e se dizia "muito interessado em participar de sua campanha de qualquer forma que seja possível". "Jug", ou Justin Clougher, estava na Sardenha, no fim de agosto. Torben Grael e Marcelo Ferreira já tinham chegado a seu segundo ouro olímpico na classe Star e Torben, à quinta medalha olímpica, o que nenhum velejador do mundo tem. Falava a Alan Adler sobre o "awesome" (um "assombro", em inglês) Torben, aconselhava todos a não comemorarem com muitas caipirinhas, que "são mortais... mesmo para os australianos!", dizia que estaria em regata na França no fim de setembro e interessado no projeto brasileiro.Jan Dekker, sul-africano de Cape Town, que estava indo para St.Maarten, também em fevereiro já contava de sua experiência no mar, com o "Morning Glory", o "Maru Cha 4", o trimarã "Groupama" na França e do interesse em participar da Volvo. Em junho, Justin Slattery também se mostrava interessado no projeto brasileiro e enviava currículo e esperava encontrar os brasileiros no "Med" (Mar Mediterrâneo, onde foram as regatas olímpicas de Atenas). Em julho, apresentou-se Ian Moore, que trabalhou em várias campanhas como navegador. Em agosto, Vittore Vattuone - que também estava em Atenas, na época da Olimpíada - mandava currículo e se dizia à disposição para contribuir de qualquer forma que o projeto brasileiro precisasse.Em setembro, Jan avisava que não estaria em Valência (onde barcos candidatos à America?Cup, regata centenária em sistema match race, barco-contra-barco, participam de regatas) - e que estava mandando currículo. Philip Airey se apresentava dizendo já ter sido parte de tripulação na Volvo e coordenador de velas. No mesmo mês, Domingo Manrique, da Espanha, 25 anos de vela oceânica, aconselhava a "não deixarem escapar Chuni, que é muito bom".Avante! - Agora no início de outubro, Damian Foxall diz ter sabido que a campanha brasileira está indo em frente, que escolher a tripulação logo é bom para ter uma vantagem de 13 meses. Conta que participou do "TYCO" em 2001-2002, participando desde então do circuito de trimarã ORMA - estava em Marselha indo para Valência - e está certo de que poderá ter um papel-chave no grupo.

Agencia Estado,

18 de outubro de 2004 | 09h25

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