Cristina Lacerda/Divulgação
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De olho na Olimpíada, empresa reforça time de patrocinados no surfe e skate

Atletas comemoram novo acordo com operadora telefônica Oi

Paulo Favero, Estadão Conteúdo

22 Janeiro 2018 | 12h42

Após entrar no programa olímpico, surfe e skate reforçaram ainda mais o status que possuem no Brasil e passaram a atrair novos investimentos. Nesta segunda-feira, no Rio, foi apresentada a equipe de esportes radicais da Oi com a inclusão de Pedro Barros e Leticia Bufoni, skatistas campeões mundiais e candidatos ao pódio nos Jogos de Tóquio, em 2020.

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Eles vão se juntar a Gabriel Medina, campeão mundial de surfe em 2014, Adriano de Souza, o Mineirinho, campeão de 2015, além de Filipe Toledo, Italo Ferreira e Silvana Lima. Sem contar Davizinho Teixeira, de 11 anos, vice-campeão mundial de surfe adaptado. Além do time de atletas, a empresa de telefonia vai patrocinar competições das modalidades no País.

"Esses dois esportes vão ter seu ápice em 2020, após a Olimpíada, pois tenho certeza que os atletas brasileiros vão subir ao pódio em Tóquio e trazer medalhas", comentou Bruno Cremona, gerente de eventos e patrocínio da Oi. "Não falo de investimento porque é uma questão estratégica da companhia. O que posso falar é que todos vão estar cobertos até a Olimpíada. É o nosso projeto olímpico", continua.

Para Mineirinho, o investimento nas modalidades é primordial para o sucesso dos surfistas e skatistas. "O surfe está na moda, entrando em um novo patamar, e fico muito feliz por isso. Os Jogos Olímpicos contribuíram para isso", comentou, lembrando que o surfe terá 20 atletas em Tóquio, sendo dois brasileiros com outros dois como suplentes.

O skatista Pedro Barros também já vislumbra uma participação nos Jogos de Tóquio, ainda mais depois que a Confederação Brasileira de Skate chegou a um acordo com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) para ser a representante da modalidade - antes, havia uma iniciativa de colocar os skatistas na Confederação de Patins, que já era filiada ao COB.

"No meio do skate, a Olimpíada sempre foi um assunto polêmico, porque a modalidade sempre foi um estilo de vida. Vamos ter de passar por várias coisas que são totalmente novas. No meu lado tive bastante preconceito, mas agora sei que o skate estará bem representado e podemos olhar para 2020 e nos preparar para essa competição", comentou Pedro Barros.

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