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De olho no Pan, Rio investe em antidoping

A organização dos Jogos Pan-Americanos Rio-2007 terá que reservar pelo menos US$ 1 milhão para a modernização do Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico, o Ladetec, responsável pela realização dos exames antidoping da competição. Desde o ano passado, o local é o único da América do Sul habilitado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).O coordenador do Ladetec e do Laboratório de Controle de Dopagem (LAB DOP), Francisco Radler, explicou que o investimento será necessário para o local não ficar defasado à época do Pan-Americano. Lembrou que pelos menos duas novas máquinas precisarão ser trocadas. "Precisaremos de uma máquina de EPO (Eritropoietina) que tem a função de trabalhar na medula óssea, aumentando a produção de glóbulos vermelhos, que ajudarão na oxigenação dos músculos", explicou o coordenador do Ladetec e do LAB DOP (ambos laboratórios são da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ). "O outro equipamento é um espectrômetro de massas por razão isotópica, capaz de detectar o uso de esteróides endógenos por parte dos atletas."Nesta quinta-feira, as atividades no Ladetec foram interrompidas para que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fosse homenageada. Foi dado ao local, onde os exames são realizados, o nome de "Espaço CBF", como forma de agradecimento por ser a entidade a principal benfeitora do local.A parceria entre a CBF e o Ladetec, responsável por realizar os exames antidoping do Campeonato Brasileiro, perdura desde 1989. Somente nos últimos cinco anos, a entidade pagou cerca de R$ 3,3 milhões ao laboratório, que arrecadou neste período um total de R$ 4,2 milhões.

Agencia Estado,

28 de agosto de 2003 | 19h19

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