De Rubinho a Senna, várias expectativas brasileiras

Felipe Massa quer a vitória e o título mundial. Hoje, depois de 3.200 quilômetros de testes com sua Ferrari F10, utilizará as duas sessões de treinos livres para acertar o carro em busca de um triunfo no GP de Bahrein, prova que já ganhou em 2007 e 2008. Já Bruno Senna, da Hispania, acompanhou ontem a montagem do seu carro e não sabe sequer se poderá disputar a corrida. "Vamos dar uma volta amanhã (hoje), trazer o carro de volta para os boxes, desmontá-lo novamente, checar tudo, e então, se der tempo, voltar à pista", disse.

BAHREIN, O Estadao de S.Paulo

13 de março de 2010 | 00h00

"Para mim, regressar à rotina de um fim de semana de GP é uma grande notícia, sentia falta. Faz oito meses que não sei o que é isso", lembrou Massa. A última vez foi no GP da Hungria de 2008, quando sofreu o acidente no treino classificatório.

E, se para Massa a etapa de Bahrein tem elevado significado, para Bruno não é diferente. Pode até nem correr, mas diante da possibilidade de não disputar novamente a Fórmula 1, como no ano passado, o modelo produzido pela Dallara é, para ele, "o melhor carro do mundo", conforme disse ontem, mesmo com todas as imensas dificuldades do time.

A Virgin, de Lucas Di Grassi, ainda conseguiu completar 1.800 quilômetros de testes. "É pouco, mas trabalhamos muito nas duas últimas semanas, na fábrica, para corrigir as falhas técnicas dos testes e estamos confiantes", falou Di Grassi. Problemas no sistema hidráulico, essencialmente, impediram o time de treinar mais. "Essa corrida é um marco para mim." Ele estreia na Fórmula 1, como Bruno.

Rubinho não sabe onde está a Williams quando comparada aos quatro considerados grandes. "Não dá para dizer." Mas disse ter se impressionado com dois carros. "Red Bull, na versão de classificação, e Ferrari, corrida."

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