Decisão contestada dá prata para a judoca Érika Miranda

Judoca brasileira é mais agressiva, mas vitória fica com rival cubana

22 de julho de 2007 | 15h47

A rivalidade entre Brasil e Cuba não é limitada ao vôlei, já que o judô no pan-americano do Rio contou com várias finais entre as duas nações, mas com uma ligeira vantagem brasileira, mas Cuba levou a melhor na categoria até 52 kg, já que Érika Miranda perdeu de forma contestada para a cubana Sheila Espinosa na final da categoria até 52 kg, neste domingo, no Riocentro.   Com a prata, Érika soma mais uma medalha para o judô feminino. Ao todo, o judô brasileiro soma três ouros, cinco pratas e dois bronzes, podendo chegar a quatro ouros, caso João Derly vença logo mais a categoria até 66 kg.   Atual campeã do mundo, a judoca brasileira foi muito mais ativa, com três tentativas claras, enquanto Espinosa pensava apenas em se defender, chegando a realizar duas entradas falsas, que não foram punidas pelos árbitros, levando a decisão para o "ponto de ouro".   A estratégia brasileira continuou, deixando Espinosa sem ação. Apesar das boas entradas, a arbitragem continuou com sua metodologia em não punir a inatividade da cubana. Estranhamente, o árbitro deu uma punição para Érika, dando o ouro para Sheila Espinosa.   A decisão do árbitro principal causou a revolta dos torcedores presentes; alguns, inclusive, chegaram a jogar objetos. Já Érika Miranda não se conformou com o resultado, chegando a chorar copiosamente.

Tudo o que sabemos sobre:
judôPan 2007

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.