ANDREW YATES/AFP
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Decisivo, Neymar minimiza críticas e exalta atuação

Alvo de críticas em razão de atuações apagadas na seleção brasileira e no Santos, Neymar deu a volta por cima neste domingo. O atacante foi decisivo para a vitória do Brasil por 3 a 1 sobre a Bielo-Rússia, em Manchester, no Old Trafford, que classificou a equipe para as quartas do torneio olímpico de futebol masculino. Após o duelo, ele garantiu que não se incomodou com as cobranças.

AE, Agência Estado

29 de julho de 2012 | 13h38

"Críticas servem para eu me levantar, algumas delas foram um pouquinho maldosas, mas com futebol a gente resolve tudo. Não pode se deixar abalar pelas palavras, tem que sempre levantar a cabeça", disse Neymar, que marcou o segundo gol do Brasil em cobrança de falta e fez a jogada do terceiro gol, de Oscar.

Contra a Bielo-Rússia, o Brasil levou o primeiro gol e precisou superar a forte marcação dos adversários para conseguir a virada. "Jogamos contra um time que só defende, tomo mundo atrás da linha da bola, mas o Brasil conseguiu ter calma para conseguir a vitória", afirmou Neymar.

O atacante santista também exaltou a postura da seleção brasileira, que manteve a calma mesmo quando estava atrás da Bielo-Rússia no placar. "Foi uma prova de fogo, mas o Brasil soube manter a calma para vencer", disse Neymar, que avaliou estar em evolução. "Cada jogo que passa estou me sentindo melhor e está todo mundo de parabéns pela partida".

O lateral-direito Rafael reconheceu que o Brasil teve dificuldades no começo da partida, mas preferiu ressaltar a tranquilidade da equipe para conseguir a virada. "O campo está um pouco pesado, a gente demorou um pouquinho, mas teve calma para reagir. Às vezes eles ficam só no contra-ataque esperando uma oportunidade e é perigoso, mas conseguimos sair com um resultado positivo", comentou.

Classificado, o Brasil volta a jogar no torneio olímpico de futebol masculino na próxima quarta-feira, quando vai enfrentar a Nova Zelândia em Newcastle. Neymar avisou que não deseja ser poupado para as quartas de final. "Não sei se vale [poupar jogadores], mas eu quero jogar", disse.

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