Defesa ganha um reforço de peso: o ''cão de guarda'' Ralf

Ele pouco aparece, seu nome quase não é falado pela torcida, mas, dentro do elenco, o volante Ralf é quem faz a diferença para o setor defensivo. Homem que fica à frente da zaga, é chamado pelos companheiros de "cão de guarda" por sua enorme proteção aos zagueiros.

, O Estado de S.Paulo

17 de outubro de 2010 | 01h00

"O Ralf está treinando muito bem e sua volta será muito importante para a equipe parar de sofrer tantos gols. Ele é nosso cão de guarda, um jogador que todo time gostaria de contar", afirma o também volante Elias, que, com a presença do companheiro em campo, ganha mais liberdade para chegar ao ataque.

Para se ter uma noção da importância de Ralf, que está fora praticamente há dez jogos - até voltou diante do Botafogo, mas novamente sentiu a lesão no tornozelo direito e acabou substituído -, a média de gols sofridos subiu muito justamente na época em que o camisa 5 ficou ausente.

Nas primeiras 19 rodadas, contando com o jogador, foram 20 gols sofridos, média de 1,05. Sem ele, foram 10 partidas e a defesa acabou vazada impressionantes 18 vezes, 1,8 gol por encontro, sendo 14 na série de seis partidas que o time não ganha.

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