Karim Jafaar/Al-Watan Doha/AFP
Karim Jafaar/Al-Watan Doha/AFP

Destaque, goleiro bósnio é um dos nove naturalizados do Catar

Técnico do Brasil e o goleiro da seleção, Bombom, destacam a importância do arqueiro do Barcelona na primeira rodada do Mundial

VÍTOR MARQUES - Enviado especial a Doha, O Estado de S. Paulo

15 de janeiro de 2015 | 19h37

Danijel Saric, goleiro bósnio que joga no Barcelona, é um dos nove jogadores naturalizados dos 16 convocados que defendem a seleção do Catar no Mundial de Handebol Masculino. Ele tem 37 anos e foi o principal jogador de sua seleção na vitória por 28 a 23 sobre o Brasil. Saric foi eleito melhor jogador da partida pela organização.

"Fazia falta para mim jogar uma competição como essa porque os grandes jogadores, goleiros, têm de jogar essas competições. Para mim é uma honra estar aqui", afirmou o bósnio.

O desempenho de Saric foi elogiado até mesmo pelos jogadores brasileiros e pelo técnico do Brasil, Jordi Ribera. "Acho que o maior erro foi não aproveitar algumas situações de ataque. E também sobressaiu a figura do Saric", afirmou o treinador espanhol.

Para o goleiro Carlos de Almeida, o Bombom, Saric foi bem. O brasileiro não entrou na polêmica sobre o número de jogadores naturalizados do Catar. "É complicado, mas se está na regra, eles podem fazer", disse o goleiro do Brasil.

O Brasil volta a jogar pelo Mundial neste sábado, quando enfrenta a Espanha, atual campeã do torneio. O jogo será às 12 horas (de Brasília), em Doha.

*O repórter viajou ao Mundial a convite da Federação Internacional de Handebol.

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