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Dilma cobra mais medalhas do Brasil nos Jogos de 2016

Ao receber a bandeira da Olimpíada, que ficará no Rio de Janeiro até 2016, a presidente Dilma Rousseff cobrou publicamente a delegação brasileira e pediu mais medalhas na próxima edição dos Jogos Olímpicos. Na cerimônia, Dilma citou os irmãos Yamaguchi e Esquiva Falcão, presentes no Palácio do Planalto, como exemplos de superação ao cobrar objetivos mais ambiciosos para o Brasil daqui a quatro anos.

RAFAEL MORAES MOURA E TÂNIA MONTEIRO, Agência Estado

14 de agosto de 2012 | 19h42

"Eu acho que o Brasil tem um objetivo: nós queremos elevar o número de medalhas. Precisamos de atletas como o Yamaguchi e o Esquiva. Precisamos de pais e mães como os pais e as mães deles", comentou a presidente, ao salientar o orgulho das medalhas, de prata e bronze, conquistadas pelos dois boxeadores em Londres.

Ao comemorar os resultados obtidos pelo Brasil, a presidente Dilma ignorou o ranking oficial da Olimpíada, que coloca o País como 22º colocado, por ter alcançado apenas três ouros, e exaltou o fato de a delegação ter ficado em 14º lugar pelo número de medalhas.

"Então, eu fico aqui muito honrada, primeiro, de estar com eles. Segundo, pela trajetória deles, e fico honrada também porque o Brasil conquistou nesta Olimpíada o 14º lugar em medalhas, aí somadas as de prata, as de bronze e as de ouro", comentou a presidente, acompanhada do governador do Rio, Sérgio Cabral, do prefeito carioca, Eduardo Paes, do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e de parentes dos irmãos Falcão.

Ao conversar com Esquiva e Yamaguchi, a presidente Dilma, bem humorada, brincou que estava aprendendo a lutar boxe com os atletas medalhistas. "Eles são ótimos professores", afirmou, acrescentando que tem certeza que eles ainda conquistarão o ouro. Para a presidente, o boxe "é uma arte".

Após a cerimônia, Esquiva falou que tentará o título olímpico em 2016. "Esse ouro ficou engasgado na minha garganta", declarou o boxeador. Ele se referia à derrota para o atleta japonês Ryota Murata, na disputa da final. Ele se queixou ainda das dificuldades enfrentadas pela falta de patrocínio. "O principal problema no esporte hoje é a falta de patrocínio", acrescentou.

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