Djokovic bate Federer e faz decisão com Nadal

Espanhol encara sérvio para se tornar o sétimo tenista na história a levantar todos os troféus de Grand Slam

, O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2010 | 00h00

Foi suado, mas o sérvio Novak Djokovic, número 3 do ranking mundial, derrotou o suíço Roger Federer, (2.º do ranking) por 3 sets a 2 (parciais de 5/7, 6/1, 5/7, 6/2 e 7/5) na semifinal de ontem e vai enfrentar o número 1 do mundo, Rafael Nadal, na grande final de hoje (17 horas de Brasília). O espanhol derrotou o russo Mikhail Youzhny (14.º do ranking) por 3 a 0 (6/2, 6/3 e 6/4).

Para superar Federer e avançar à decisão em Flusing Meadows, Djokovic teve de escapar de dois match points. Um jogaço.

Para Nadal, o duelo de hoje tem importância especial. É sua grande chance de conquistar pela primeira vez o troféu do campeonato e se tornar o sétimo homem na história do tênis a ganhar todos os quatro Grand Slams, mesmo que em anos diferentes. Se conquistar o feito, vai se igualar a Fred Perry, Don Budge, Rod Laver, Roy Emerson, André Agassi e Roger Federer. Também será o segundo atleta mais jovem a entrar para esse seleto grupo, com apenas 24 anos.

O espanhol já soma oito títulos na carreira: é pentacampeão em Roland Garros, bi em Wimbledon e já venceu uma vez o Aberto da Austrália.

Invencível. "Estar numa final tão importante é viver um sonho. Aqui me sinto em casa", disse Nadal após confirmar seu ótimo aproveitamento durante todo o torneio e derrotar, sem dificuldades, o russo Mikhail Youzhny . O atleta número 1 do mundo chegou à final do campeonato sem perder nenhum set.

Seu adversário na esparada decisão, o sérvio Djokovic, dá mostras de estar sentindo a pressão. "Rafa é hoje o melhor do mundo, tem um jogo exemplar é difícil derrotá-lo", disse, logo depois de eliminar o favorito Federer. "E é claro que ele (Nadal) merece entrar para esse grupo dos seis tenistas. Certamente esse jogo será meu maior desafio", completou Djokovic. A decisão começa às 17 horas (de Brasília).

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