Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram

Dois alpinistas são encontrados mortos no norte do Paquistão; britânico continua desaparecido

Os corpos foram identificados como os do australiano Matthew Eakin e do canadense Richard Cartier, nas encostas do K2, segundo pico mais alto do planeta

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2022 | 15h37

Os corpos de um alpinista australiano e outro canadense foram encontrados nas encostas do K2, o segundo pico mais alto do planeta (8.611m), localizado no Paquistão, nesta quinta-feira, por autoridades locais. Um outro alpinista, britânico, continua desaparecido na região, nas proximidades do Broad Peak. 

Os corpos foram identificados como os do australiano Matthew Eakin e do canadense Richard Cartier, que desapareceram há vários dias nas encostas do K2. O britânico, que segue desparecido, teria se perdido nas proximidades do Broad Peak (8.051 m), o décimo segundo pico mais alto do mundo, localizado próximo ao K2. 

Matthew e Richard estavam no local com um grupo de alpinistas, que registravam os momentos da viagem nas redes sociais. A última atualização feita no perfil de Justin Dubé-Fahmy, integrante do grupo, foi feita há seis dias. As postagens já foram tomadas de comentários desejando condolências ao grupo.

O Paquistão abriga cinco dos 14 picos com mais de 8.000 metros do mundo. Um número recorde de estrangeiros viajou para o Paquistão neste verão após dois anos de restrições devido à pandemia de covid-19.  Localizado na cordilheira de Karakoram, perto da fronteira chinesa, o K2 tem a fama de ser uma das montanhas mais perigosas do mundo, devido à natureza técnica da subida e às condições climáticas caprichosas.

Na última semana, segundo informações da agência de notícias afegã Pajhwok Afghan News, o alpinista afegão Ali Akbar Sakhi também morreu no K2, vítima de um ataque cardíaco, enquanto realizava a descida da montanha.

Com informações da AFP.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.