''Don King branco'', Dana White age com mão de ferro

O Don King branco. Dana White, o presidente do UFC odeia este apelido. Mas as semelhanças com o polêmico empresário do boxe são muito grandes.

Sílvio Barsetti e Wilson Baldini Jr., O Estado de S.Paulo

21 de agosto de 2011 | 00h00

Os dois comandam com mãos de ferro seus negócios. "Eu não quero nem saber dos fãs. Não quero nem saber de você. Sai fora do meu Twitter e não assista mais o UFC." Foi desta forma que Dana White respondeu às críticas de um admirador do UFC, após a vitória de Anderson Silva sobre Demian Maia, no UFC 112, ano passado.

A modalidade de luta, que domina 90% do mercado do MMA (Mixed Martial Arts - Mistura de Artes Marciais) no mundo, se transformou em um produto bilionário desde 2001, quando Dana White, um ex-instrutor de ginástica aeróbica, resolveu, junto de dois irmãos, amigos de infância, pagar US$ 2 milhões pela marca. Hoje, segundo a revista Fortune, o UFC vale mais de US$ 1 bilhão.

O estilo linha dura de Dana White já lhe causou alguns problemas com lutadores que o acusam de ganhar muito dinheiro nos eventos e de não pagar boas bolsas para os atletas. Tito Ortiz, lutador que possui uma legião de fãs, foi o primeiro a levantar esta polêmica. "Não podemos nos contentar com bônus que são verdadeiras esmolas", disse o lutador, referindo-se aos prêmios de "melhor nocaute da noite" ou "melhor lutador".

"Tito é um idiota", disse White, sem hesitar. Depois de um período afastado, Tito, sem outra alternativa, voltou a participar de eventos de UFC.

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