Doping mancha conquistas de outros ídolos do esporte

Além do caso de Marion Jones, nomes como Ben Johnson e Javier Sotomayor já se associaram ao doping

08 de outubro de 2007 | 21h11

O caso de Marion Jones, infelizmente, é apenas mais um na longa lista de grandes atletas envolvidos com substâncias proibidas. O flagrante do canadense Ben Johnson na Olimpíada de Seul, em 1988, foi o de maior repercussão. Veja também:  Marion Jones entrega medalhas conquistadas em Sydney Na época, o velocista travava enorme duelo com o norte-americano Carl Lewis. Johnson venceu a final dos 100 metros, mas a glória só durou 24 horas. Sua medalha de ouro foi cassada pelo uso de anabolizantes. O ex-mito tentou voltar após os dois anos de suspensão, mas nunca mais foi o mesmo. Carl Lewis, um dos maiores ídolos do esporte norte-americano, ganhador de dez medalhas olímpicas (nove de ouro) e dez pódios em Mundiais (oito de ouro) confessou, após ter se aposentado das pistas, ter usado anabolizantes na carreira. No Pan-Americano de Winnipeg, em 1995, no Canadá, Javier Sotomayor, lenda do salto em altura, foi pego no exame antidoping: cocaína na urina. Seu recorde mundial (2,45 metros) permanece desde 1993. Mas após o flagrante, Sotomayor não obteve mais resultados tão expressivos. Com suas longas unhas, roupas extravagantes e muito músculo, Florence Griffith-Joyner assombrou o mundo em Seul-1988, ao dominar com facilidade os 100 e 200 metros. Seus recordes permanecem inalcançáveis até hoje. Sua carreira foi marcada por muita suspeita, mas nada foi constatado. Anunciou surpreendentemente a aposentadoria, em 1989, com 29 anos. Em 1998, Florence morreu de ataque cardíaco.

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