Dores devem deixar Valdivia parado por mais duas semanas

Meia passou por novos exames e resultado será divulgado apenas hoje. No domingo, reservas enfrentam o Atlético-GO

Daniel Akstein Batista, O Estado de S.Paulo

12 de novembro de 2010 | 00h00

As constantes lesões de Valdivia têm causado dor de cabeça ao técnico Luiz Felipe Scolari e o chileno dificilmente será escalado no primeiro jogo da semifinal da Copa Sul-Americana, quarta-feira. Desde que voltou ao Palmeiras, após a Copa, o meia deixou o gramado quatro vezes reclamando de dores na coxa esquerda.

Os médicos do clube esperavam que Valdivia conseguisse atuar ao menos a primeira etapa na vitória de 2 a 0 sobre o Atlético-MG, anteontem, no Pacaembu. Mas, em 16 minutos, ele já havia sido substituído. O meia passou por ressonância magnética na tarde de ontem e depois os médicos se reuniriam para analisar os exames - o resultado vai ser divulgado apenas hoje.

A primeira vez que o chileno sentiu dores foi em 10 de outubro, contra o Botafogo. Depois, foi substituído contra Universitário Sucre, Corinthians e no jogo de ida contra o Atlético-MG, há 15 dias, quando atuou apenas 19 minutos. Com duas semanas de tratamento, esperava-se que Valdivia não sentisse mais dores, o que não ocorreu. O meia sofre com uma fibrose na coxa, lesão antiga que não teria cicatrizado o suficiente. Mas, agora, os médicos suspeitam de outra lesão, que pode ter passado em branco nos exames anteriores.

Como vai ter de ficar em tratamento, Valdivia deve ser cortado do amistoso da seleção chilena contra o Uruguai, quarta-feira. Mesmo que estivesse bem, não atuaria domingo, contra o Atlético-GO, em Goiânia. Felipão vai poupar os titulares, devido a Copa Sul-Americana.

Casa nova. O Palmeiras vai atuar na Fonte Luminosa, em Araraquara, contra Atlético-MG (dia 21) e Fluminense (28), pelo Brasileiro. O STJD puniu o clube com a perda de dois mandos.

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