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Douglas pede para jogar clássico contra o São Paulo

Apresentado ontem no Corinthians, meia diz que nunca perdeu para o Tricolor e se oferece para atuar domingo

VÍTOR MARQUES, O Estado de S.Paulo

10 de fevereiro de 2012 | 03h05

Douglas escolheu muito bem as palavras durante sua apresentação no Corinthians, ontem. O meia não só relembrou a passagem bem sucedida pelo clube, em 2009, como alfinetou os dois maiores rivais corintianos.

Sobre o São Paulo, adversário de domingo, Douglas foi direto. "Nunca perdi para eles jogando pelo Corinthians." Também sobrou para o Palmeiras, que se interessou em contratá-lo numa troca negociação envolvendo Kléber. "Nunca tive sonho de jogar lá (no Palmeiras). Ou eu voltava para o Corinthians, ou permanecia no Grêmio."

Douglas diz que está pronto. Ele já treina desde o início da semana no CT e seu nome está regularizado na CBF. Por isso, se colocou à disposição para reestrear no clássico de domingo. "Depende de Tite", disse.

Mas também não quis criar polêmica com seus novos companheiros. Falou que foi contratado para buscar seu espaço e dar uma dor de cabeça ao treinar."Será uma disputa sadia. São jogadores de qualidade e que foram campeões. Venho para brigar por posição (com Danilo e Alex)".

Apesar do discurso humilde, Douglas sabe que foi contrato com a expectativa de ser titular.

É o meia de ligação que Tite tanto procurava. Carrega mais a bola que Alex e Danilo e tem facilidade de atuar pelo lado direito mesmo sendo canhoto.

Esse jogador seria Montillo, mas o Cruzeiro colocou preços estratosféricos (R$ 40 milhões) e o meia argentino não foi contratado. Douglas não se importa ter sido o plano B da diretoria. "Isso acontece muito no futebol."

O meia relembrou as conquistas do título Paulista e da Copa de Brasil de 2009, jogando ao lado de Cristian e Ronaldo. "Foi burrice ter saído naquela época", confessou.

Seu desafio, segundo ele, é ao menos repetir a boa fase e buscar o título que falta para ele e para o Corinthians: a Libertadores.

O jogador garantiu que seu futebol não mudou e que de sua passagem pelo Grêmio aprendeu a dar carrinhos. "Mas não é para se acostumarem muito com isso."

Número da camisa. A dúvida que persiste é com qual camisa Douglas vai jogar. Em 2009, ele usava a dez e ganhou o apelido de Maestro pelos torcedores.

Agora a dez é do Imperador, que ensaia uma recuperação (leia ao lado) e não pretende abrir mão do número. Douglas também não faz questão.

"É um número que eu me identifico, mas já tem dono. Então, vamos esperar para ver o que o pessoal decide."

A numeração oficial vai sair domingo à noite depois do clássico contra o São Paulo, quando o clube divulgará a lista dos 25 relacionados para a primeira fase da Libertadores da América. E Douglas e Adriano certamente estarão nela.

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