Dracena pede foco do Santos só no Kashiwa em Mundial

Se o técnico Muricy Ramalho afirmou nesta terça-feira que espera por uma partida muito difícil contra o Kashiwa Reysol, nesta quarta, pela semifinal do Mundial de Clubes da Fifa, o capitão Edu Dracena também exibiu preocupação com o adversário e lembrou que o Santos só pode focar o confronto diante do rival japonês, independentemente da possibilidade de encarar o poderoso Barcelona na decisão da competição.

AE, Agência Estado

13 de dezembro de 2011 | 10h33

"Tem que fazer o resultado, não adianta nada você pensar na frente. A gente tem consciência que a partida vai ser muito difícil, mas o Santos está bem preparado para fazer uma grande partida e para chegar ao nosso objetivo, que é o título. Mas temos que viver o dia a dia e pensar sempre no próximo jogo, como o Muricy falou", afirmou o zagueiro santista.

Edu Dracena também mostrou preocupação com a bola parada do time japonês, que tem o meia Jorge Wagner, ex-São Paulo, como especialista em cobranças de falta. "A gente já está treinando isso (a defesa contra a bola aérea) há muito tempo em Santos. E é lógico que uma bola parada preocupa. Assisti o jogo do Kashiwa (contra o Monterrey) e vi que o Jorge bate muito bem na bola, agora é tentar marcar. Temos a marcação já definida, tem jogador que consegue sair da marcação e se movimentar mais. Vamos fazer também com que o nosso jogo aéreo possa se sobressair e a gente possa fazer os gols", completou o jogador, para depois exibir confiança na classificação santista para a decisão do Mundial.

"Você tem que estar bem, confiante, e colocar isso na cabeça. A motivação do Santos é muito grande e, se o time entrar da forma que todo mundo espera, acredito que o Santos passará pelo Kashiwa e irá para a final", finalizou.

O volante Henrique, que teve participação bastante curta na entrevista coletiva que também reuniu Muricy e Dracena nesta terça, foi outro que elogiou o Kashiwa Reysol e lembrou que irá reencontrar, nesta quarta, um velho conhecido dos tempos em que jogava pelo Cruzeiro. Para completar, o atleta respeita a força do futebol japonês até pelo fato de já ter atuado no país, defendendo o Jubilo Iwata.

"Eu saí do Japão já faz cinco anos, e o futebol aqui mudou muito após a minha saída. Joguei com o Leandro Dominguez no Cruzeiro, por pouco tempo, mas o futebol japonês evoluiu muito, é rápido, dinâmico. Encaramos esse jogo como uma estreia difícil e sabemos de todas as dificuldades que iremos enfrentar", enfatizou o atleta.

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