Dunga nem quer começar a conversar

A diretoria do São Paulo tinha convicção de que iria anunciar o novo treinador ontem, mas Dunga declinou do convite.

Marcius Azevedo, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2011 | 00h00

O ex-técnico da seleção respondeu que pretende voltar ao futebol em dois ou três meses, e que sua primeira opção é trabalhar fora do Brasil.

O convite foi confirmado pelo empresário do treinador, o italiano Antonio Caliendo. Ele disse que Dunga tinha interesse em dirigir o São Paulo, mas preferiu não abrir negociação porque já conversa com clubes europeus.

Não está fácil para o São Paulo achar um substituto para Paulo César Carpegiani, demitido na semana passada. Os nomes disponíveis não agradam muito. E os empregados têm multa.

O presidente Juvenal Juvêncio até admite gastar para contratar o treinador, mas aí encontra resistência de Paulo Autuori e Dorival Júnior, os primeiros da lista, que não vão pedir demissão de Al-Rayyan, do Catar, e Atlético Mineiro, respectivamente.

"O Paulo não costuma romper seus contratos. É uma posição pessoal dele", disse Milton Cruz, que conversou com o treinador pelo telefone. "Ele está muito bem lá", completou.

O desempregado Cuca deu prazo para o São Paulo contatá-lo até segunda-feira. Senão vai para os Emirados Árabes.

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