'É tristeza, não abatimento', diz Muricy

Em clima de tristeza, o Santos voltou a trabalhar em campo ontem cedo, no CT Rei Pelé, dois dias depois de ser eliminado na Libertadores. Até o sempre brincalhão e alegre Neymar estava de cabeça baixa.

SANCHES FILHO / SANTOS, ESPECIAL PARA O ESTADO, O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2012 | 03h04

"É difícil falar. Estão todos (os jogadores) tristes, mas não abatidos. Saímos de cabeça erguida. No começo sempre se sofre um pouco. Já passei por isso e sei que no começo se sofre", explicou Muricy Ramalho.

Contrário aos trabalhos motivacionais, Muricy acredita que até o jogo de amanhã contra o Coritiba, o clima entre os jogadores estará melhor. A partida, válida pela sexta rodada, será como se fosse a primeira para os santistas porque alguns dos titulares vão estrear na competição. Em razão da necessidade de reagir para sair da zona do rebaixamento - o Santos é o 17.º colocado, com três pontos -, o treinador anunciou que vai escalar a força máxima, inclusive com Ganso, contrariando informação dos médicos de que o meia ficaria fora de alguns jogos para fazer fortalecimento muscular.

"Ganso não está descartado para o jogo", assegurou o treinador. A sua explicação é que em razão das cirurgias nos dois joelhos, o meia terá que fazer reforço muscular constantemente até encerrar a carreira, mas sem a necessidade de ser poupado.

Depois da dispensa de Rentería, a tendência era que Alan Kardec também fosse liberado. "Kardec tem contrato (até o próximo sábado) em vigência com o clube e vai jogar", disse Muricy.

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