Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

Elano, um líder que não se importa em ser coadjuvante

Meia torna-se o principal jogador do Santos graças à rápida adaptação, mas se dispõe a trabalhar em favor de Neymar e Ganso

Sanches Filho, O Estado de S.Paulo

30 de janeiro de 2011 | 00h00

Elano se emociona ao falar da infância pobre de boia-fria, cortando cana em Iracemápolis, para ajudar a família. Muito diferente dos dias de hoje, como principal jogador do time que em breve voltará a contar com os talentos especiais de Neymar e Paulo Henrique Ganso. Ele voltou com discurso de coadjuvante, mas já é o "cara"" desse Santos que hoje enfrenta o São Paulo e que vai sendo construído para entrar forte na Taça Libertadores.

"Voltei com algum sucesso, depois de ter jogado uma Copa do Mundo e participado da conquista de dois brasileiros pelo Santos"", disse Elano, ao ser apresentado. Humilde, prometeu ajudar "em tudo o que for possível"", para que Ganso e Neymar repitam a trajetória vencedora de Robinho e Diego na edição anterior dos Meninos da Vila.

Seria exagero afirmar que Elano foi o plano B do Santos fechar o meio de campo para a Libertadores. Mas, antes de pensar nele, os dirigentes tentaram inúmeras vezes levar Zé Roberto de volta ao clube.

Depois das boas atuações com a camisa da seleção na Copa da África do Sul, Elano passou a fazer parte das prioridades da diretoria para 2011. E não decepcionou. Líder e exemplo dentro e fora de campo, identificado com o torcedor santista, ele também é forte aliado de Adilson na orientação do time dentro de campo. "Ao contrário dos mais jovens que têm dificuldade para fazer as coisas mais simples, Elano simplifica as jogadas e fica mais bonito"", elogiou o treinador.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.