Ricardo Bufolin/CBG
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Em final do Mundial, Caio Souza prevê boa disputa por medalha no individual geral

Brasileiro chega pela primeira vez à decisão desse campeonato

Estadão Conteúdo

04 Outubro 2017 | 16h50

Nesta quinta-feira, 4, às 20hs (de Brasília), o brasileiro Caio Souza busca uma medalha no individual geral do Mundial de Ginástica Artística, que está sendo realizado em Montreal, no Canadá. O atleta de 24 anos garantiu o seu lugar na final na última terça, com seus 81.548 pontos, e foi o único representante brasileiro que se apresentou em todos os aparelhos.

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O ginasta já ganhou inúmeras conquistas: só esse ano faturou ouro na barra fixa e o bronze nas paralelas na etapa de Copa do Mundo de Varna, na Bulgária, além de outras quatro medalhas no Pan-Americano. No entanto, é sua primeira final em um Mundial. Caio sabe a dificuldade que terá pela frente e o alto nível de seus competidores. "A lista dos 10 primeiros colocados está muito disputada. Eles são atletas já conhecidos e, por isso, precisamos fazer o trabalho muito bem feito e competir da melhor forma possível", disse.

As finais contarão também com atletas de Cuba, China, Ucrânia, Japão, Rússia, Estados Unidos, Grã Bretanha, Suíça, Turquia, Colômbia, Armênia, Chipre, Alemanha, México, Lituânia, Coreia do Sul, Canadá e Espanha. Alguns deles com resultados de destaque em competições passadas. Mas o brasileiro está preparado e espera fazer uma prova melhor ainda do que nas qualificatórias, onde ficou com o 14.º lugar.

"O treino de hoje (quarta-feira) foi leve pela manhã. Serviu para ajustarmos algumas coisas que aconteceram nas classificatórias. Agora é descansar para chegar amanhã com 110%. A competição está bem forte", destacou Caio Souza. "Acredito que se eu fizer a competição da melhor forma possível, posso ter um bom resultado", projetou.

O técnico Ricardo Yokoyama acredita que o brasileiro deve buscar um bom resultado, mesmo estando lado a lado com ginastas como o cubano Manrique Larduet e o chinês Ruoteng Xiao, primeiro e segundo colocados na classificatória.

Ricardo Yokohama ressalta, ainda, a importância de estar bem não só fisicamente, mas também psicologicamente, para que a pontuação seja ainda mais alta se comparada com a alcançada no primeiro dia. "Tivemos uma falha relativamente grave na barra e acredito que se isso for sanado para as finais já dará uma pontuação bem melhor para ele", expôs o treinador.

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