Christophe Simon/AFP
Christophe Simon/AFP

Sueca registra o novo recorde mundial dos 100 metros borboleta

Sarah Sjöstrom crava 55s74 no Mundial de Esportes Aquáticos

Estadão Conteúdo

02 Agosto 2015 | 15h41

A sueca Sarah Sjöstrom bateu neste domingo o recorde mundial dos 100 metros nado borboleta ao marcar 55s74 nas semifinais da prova no Mundial de Esportes Aquáticos, em Kazan, na Rússia. Sjöstrom diminuiu em 0s24 a melhor marca da história até este domingo, que pertencia à americana Dana Vollmer desde os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

A sueca tinha até hoje o recorde europeu da distância em 56s06 desde o Mundial de Roma, em 2009, quando ficou com o ouro, que também levou em 2013.

Em outra prova, uma das principais atrações do Mundial, a norte-americana Katie Ledecky, conquistou o bicampeonato nos 400 metros livre com direito à melhor marca da competição, de 3min59s13.

Ledecky nadou abaixo da melhor marca da história até a metade da prova. Mas no final foi a única que passou abaixo dos 4 minutos e baixou em 0s02 o recorde da competição, que pertencia à italiana Federica Pellegrini desde 2009. A prata foi para a holandesa Sharon van Rouwendaal, com 4min03s02, enquanto o bronze foi para a australiana Jessica Ashwood, com 4min03s34, novo recorde da Oceania.

No lado masculino, o britânico Adam Peaty voltou a bater durante as semifinais o recorde do campeonato dos 100 metros nado peito. Atual recordista mundial da prova, Peaty obteve o tempo de 58s18, 0s34 a mais que a marca registrada por ele mesmo pela manhã, durante a eliminatória.

Além de Peaty, a briga por medalhas envolve o sul-africano Cameron van den Burgh (58s49), o lituano Giedrius Titenis (58s96), o cazaque Dmitri Balandin (59s39), o russo Kirill Prigoda (59s60), o alemão Hendrik Feldwehr (59s63), o australiano Jake Packard (59s66) e o também britânico Ross Murdoch (59s75).

Atual campeão pan-americano no último dia 17 e quarto colocado na eliminatória, Felipe França decepcionou e foi apenas o 11º. Felipe Lima, prata em Toronto, ficou em 13º lugar.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.