Empate deixa o São Paulo em estado de alerta

Não faltam problemas no Morumbi antes do jogo contra o Cruzeiro

Gabriel Navajas, O Estadao de S.Paulo

15 de junho de 2009 | 00h00

O São Paulo está em estado de alerta. O tropeço contra o Santo André (empate por 1 a 1), as vaias da torcida depois do jogo, o baixo rendimento da equipe e as reclamações de Dagoberto por um esquema de jogo mais imprevisível agitam o clube na semana em que será realizado o jogo mais importante do ano. Na quinta-feira, decide a vaga para as semifinais da Taça Libertadores contra o Cruzeiro.A aparente tranquilidade foi abalada por causa do resultado de sábado - e os líderes do Campeonato Brasileiro ficam ainda mais longe. "Mas esse jogo não afeta para a partida de quinta-feira, de forma alguma. Até porque o Cruzeiro tem bem mais qualidade que o Santo André", minimiza o capitão André Dias. "Pela experiência que o grupo tem, vai saber separar o Campeonato Brasileiro da Libertadores."Borges, que salvou o time da derrota, também minimizou o empate. "Não podemos achar que é o fim do mundo, que o São Paulo está rachado, que é uma situação de desespero. Não. É na dificuldade que encontramos força. Nada melhor que um jogo importante contra para voltar a vencer."O termo "crise", segundo André Dias, passa longe do Morumbi. Agora e mesmo que o time seja eliminado na quinta-feira. "Não pensamos na hipótese. A derrota pode acontecer, mas sabemos que o Cruzeiro não é melhor do que o São Paulo. Se vier a eliminação, acredito que a pressão será como nos outros anos. E no fim conquistamos o Brasileiro." O zagueiro, porém, alerta: o Inter é melhor que o Grêmio de 2008. E uma reação no Brasileiro precisa começar logo.

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