Emprego em colégio quase afastou Tarallo

Técnico da seleção de basquete feminino também trabalha como professor de Educação Física em Jundiaí

O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2012 | 03h06

LONDRES - Luiz Claudio Tarallo, técnico da seleção brasileira feminina de basquete, quase perde a chance de ir para Londres. Explica-se: ele não queria trocar a estabilidade dos cargos de funcionário concursado da prefeitura de Jundiaí e de professor de Educação Física nos Colégios Vicentinos por um cargo no qual, nos últimos quatro anos, passaram quatro treinadores.

Mas a Olimpíada o convenceu. "Isso me encantou, e também a possibilidade de dar continuidade a um processo de renovação", disse ele, que dirige seleções brasileiras da base desde 2004. Mas seus dois empregos estão à espera. Da prefeitura, ele tirou uma licença. E fez um acordo com a irmã Luci, dos Vicentinos, e voltará ao trabalho após os Jogos.

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